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sábado, 14 de janeiro de 2017

Filme: O Substituto do Pai Natal

No âmbito da Unidade Curricular Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, foi nos pedido que realizássemos um filme, com recurso ao Photo Story, cuja a história respeitá-se uma única regra: o Pai Natal fica incapacitado de entregar os presentes na noite Natal.
Ora, na nossa história, o Pai Natal fica incapacitado de entregar os presentes porque deu um jeito às costas quando estava a construir um boneco de neve com o seu filho, e todo o enredo se desenrola a partir daí.
Para a realização do filme propriamente dito, tivemos também de elaborar os cenários e construir os personagens:
  • Os personagens ( Pai Natal, Noel, renas, boneco de neve e duendes), foram construídos a partir de rolos de papel higiénico, que forrámos com papel de feltro;
  • No que toca aos cenários, o segundo (o interior da fábrica dos brinquedos) e o terceiro (céu noturno) foram desenhados por nós, em papel cavalinho A3 e pintados com tinta aguarela e foram colados sobre uma superfície de cartão, para dar alguma estabilidade (no terceiro cenário utilizámos também um estrelas douradas que comprámos numa loja dos chineses). O primeiro cenário foi o único que retirámos da Internet (o cenário da casa), que foi pintado por uma menina de 14 anos, a Lavínia Ferreira, com canetas de feltro, que também desenhou as árvores que se encontram de lado no cenário. para complementar este cenário, também colamos algumas bolas de esferovite para simular a neve;
  • Para enriquecer os cenários também construímos uma mesa de trabalho, para o cenário da fábrica, que foi construída com caixa de ovos e um pedaço de cartão e depois pintada com aguarela; e um trenó, para o ultimo cenário, com uma caixa de ovos, um pedaço de cartolina vermelha e fio de ráfia, para fazer de rédeas que prendem as renas.

A História


O Guião


O Filme


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Reflexão Individual - Celmira Novo


A presente reflexão foi realizada no âmbito desta unidade curricular, tendo como principal objetivo dar a conhecer aos docentes as aprendizagens e competências que foram desenvolvidas e adquiridas ao longo do semestre.
Anteriormente ao início desta unidade curricular, refleti sobre que tipo ligação existiria entre a língua portuguesa e as tecnologias de informação e comunicação, mas, decorrer das aulas pude perceber que a ligação entre as duas “temáticas” poderá surgir de uma forma bastante positiva.
Como descrito no programa da unidade curricular, espera-se que os estudantes adquiram competências sobre literacia digital que tem como fim permitir a autonomia de utilizadores que somos e, ao mesmo tempo fazer com que experimentemos “as potencialidades das tecnologias de informação e comunicação no desenvolvimento de competências comunicativas em língua portuguesa, particularmente de compreensão e expressão oral, leitura e escrita”. Sendo assim, e tendo em conta os trabalhos que desenvolvemos no decorrer do semestre, acredito que consegui desenvolver algumas competências previstas, tanto ao nível teórico como ao nível prático.
Penso que as tecnologias de informação e comunicação vêm de certo modo potenciar as aprendizagens em contexto de sala de aula quando utilizadas com objetivos pertinentes e, com intenção pedagógica bem definida. Dando o exemplo de um dos temas abordados nas aulas: a televisão como ferramenta de ensino e aprendizagem. Muitas vezes os educadores e os professores utilizam a televisão com os seus alunos com o intuito de os distrair e apenas isso, não vêm a televisão como uma ferramenta pedagógica que poderá servir como metodologia para o ensino e para o desenvolvimento de uma ou diversas aprendizagens. Sim, porque através de um pequeno filme às crianças/jovens poderão relacionar e desenvolver conteúdos lecionados em aula. Este tema foi um dos conteúdos programáticos que considero dos mais significativos para a minha aprendizagem enquanto estudante de uma licenciatura que tem como objetivo ensinar e aprender com crianças e pequenos jovens, não dando evidentemente menos relevância a outros conteúdos lecionados ao longo do semestre.
Com o boom da era tecnológica, vemos que existe uma grande necessidade da utilização das tecnologias em contexto de sala de aula, pois as “novas crianças” estão mais envolvidas nesta nova era e nós como futuras profissionais de educação, temos o dever de acompanhar esta mudança, pois é facto de que atualmente a idade de crianças que utilizam equipamentos tecnológicos como tablets, telemóveis, computadores, entre outros é cada vez mais baixa, daí temos que estar preparadas para saber lidar com esta situação, sem esquecer que a utilização das TIC em sala de aula exige uma boa preparação por parte do educador/ professor. Sem esquecer que, passo a citar (Paz, 2008) (…) note-se que, tal como a utilização das novas tecnologias não faz bons professores, também a sua não utilização não faz deles maus professores. As novas tecnologias não são a pedra filosofal para o sucesso educativo.”
Tive também a oportunidade de conhecer outros programas como:  Capzles; Tux Paint; ISSUU, o Photostory e o Stripgenerator entre outras ferramentas que me permitirão utilizar com os meus futuros alunos.
Durante o semestre tive o ensejo de trabalhar com a minha colega Ana Margarida Custódio, que sempre se disponibilizou para á realização de todos os trabalhos que eram para desenvolver á pares e, sempre esteve disponível para o esclarecimento das dúvidas que surgiram relacionadas com o aspeto do blog, no qual revelo mais dificuldades. E, outro aspeto que considerei menos conseguidos, foram as aulas teóricas, pois eram bastante longas, apesar de serem bastante relevantes e necessárias para o desenvolvimento dos diversos temas relacionados com a língua portuguesa e as TIC em contexto sala de aula. 
Por fim, penso que esta unidade curricular foi deveras importante para mim enquanto aluna e futura educadora, pois, enriqueceu os meus conhecimentos a nível informáticos e apresentou novas ferramentas que podem ser utilizadas na transmissão de conhecimentos e saberes. Quanto aos docentes, mostraram-se sempre disponíveis para qualquer esclarecimento.  

Paz, J.(2008). Educação e Novas Tecnologias

sábado, 17 de dezembro de 2016

Reflexão 3 - Atividades com a televisão




  • Nome do video escolhido: “A história das 5 vogais”
  • Autoras: Ana Fraga, Cátia Pereira, Mágui Ventura, alunas da licenciatura de Educação Básica na Universidade do Minho.
  • Público-alvo: 1º Ano, do 1º Ciclo, do Ensino Básico
  • Breve Descrição: Para a elaboração deste vídeo, as autoras basearam-se no texto da “Histórias da 5 silabas”, construindo desenhos de acordo com cada parte do texto, ao qual juntaram a voz de uma menina, que conta a história á medida que as imagens vão passando. No final, juntam uma pequena canção que serve de “revisão” das letras que foram aparecendo ao longo da história.
  • Potencialidades para o ensino aprendizagem da Língua Portuguesa: Consideramos que o visionamento deste vídeo é uma excelente estratégia para envolver os alunos nas aulas e consolidar os conteúdos, neste caso o ensino das vogais. Nesta perspetiva, a canção final do vídeo poderá ser uma boa aposta pois eles poderão cantá-la em conjunto com a professora e estarão a consolidar o que aprenderam. No entanto, este vídeo também pode ser um bom auxiliar no ensino das vogais, e dos respetivos grafemas, na medida em poderão conhecê-las de forma diferente e também mais divertida. A partir deste vídeo, o professor poderá também construir diversas atividades, como as que mostramos a seguir.
  • Atividades: (Para ambas as atividades propomos o visionamento de todo o vídeo)
    • Atividade Oral: Para esta atividade, serão escolhidas até três frases da história, substituindo algumas palavras pelas imagens correspondentes. O que se pretende é que os alunos leiam estas frases associando as imagens às palavras que estas representam.
    • Atividade Escrita: A atividade escrita é constituída por uma ficha de trabalho, em que os alunos terão de resolver uma série de exercícios. Nesta ficha de trabalho, os alunos terão que completar espaços com vogais, com palavras que fazem parte da história, como vemos no exemplo: p-lh-nh- (palhinha); r-d- (roda), entre outros exemplos. Outro exercício é a contagem de sílabas e posteriormente pintar quadrados de acordo com o número de sílabas de cada palavra. Outro exercício seria completar tracejados com cada uma das vogais. E, por último umas palavras cruzadas onde terão de identificar as palavras a partir da imagem que representam.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Reflexão 2:Segurança na Internet- Celmira Novo

Reflexão 2: Segurança na Internet
As questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação, são um dos principais temas que estão em foco, derivado dos diversos acontecimentos.
Os casos das fotografias íntimas das celebridades colocadas na internet pelos ditos hackers, ou as informações confidenciais da Casa Branca expostas pela Wikileaks tal como apresenta Balenciano (2014) num artigo de opinião do jornal Público online, são alguns dos acontecimentos que vêm afirmar de que ninguém está efetivamente seguro e que a sua privacidade é inacessível.
Sabe-se que hoje em dia, a maioria das pessoas, desde as crianças até a geração mais adulta têm equipamentos e dispositivos tecnológicos com acesso à internet, resta-nos saber, até que ponto as pessoas que a utilizam tanto para pesquisa; jogos; redes sociais ou até mesmo para consultar contas bancárias, conhecem ou preocupam-se com a questão da segurança, e da privacidade.
A utilização de pins, palavras passe ou até outros tipos de códigos de segurança poderão não ser suficientes para nos proteger dos ditos hackers, segundo um artigo publicado no Sapotek os hackers têm a habilidade de explorar e de descobrir vulnerabilidades dos mais variados equipamentos e terem acesso a qualquer código de segurança. Daí, Kaspersky Lab citada pela Sapotek, declara que cabe as empresas que produzem estes mesmos equipamentos testarem-nos previamente, combatendo quaisquer vulnerabilidades que possam existir, antes da colocação desses equipamentos no mercado.
As fotografias que partilhamos no Facebook, ou em outra rede social são da nossa responsabilidade, devemos procurar perceber se estas por sua vez poderão desencadear consequências negativas para no nosso futuro, tanto ao nível pessoal como profissional. Vasconcelos (2016) declara que “temos práticas pouco cuidadas que fazem com que seja cada um de nós o nosso maior inimigo”.  E ainda afirma que “(…) a maior ameaça à segurança não são os piratas informáticos (…), a maior ameaça somos nós”.
Vasconcelos (2016) sugere que para além do bom senso e juízo na utilização da tecnologia, é necessária a manutenção dos equipamentos de modo a que quaisquer falhas de segurança sejam reparadas atempadamente.
 Quando se trata de internet, não sabemos o que nos espera e nem quem está por detrás dela.
Referências Bibliográficas

 

Belanciano, V. (3 de setembro de 2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na internet. Público. Obtido em 27 de novembro de 2016, de https://www.publico.pt/2014/09/03/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563
Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado. (11 de novembro de 2016). Sapotek. Obtido em 27 de novembro de 2016
Vasconcelos, P. (3 de novembro de 2016). O surfista e a onda: fraude na internet. Visão. Obtido em 28 de novembro de 2016, de http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet